Gastos com Saúde e Educação representam 65% de todo orçamento em Lajeado

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Mesmo com a saúde representando quase 40%, o problema não é resolvido.

O secretário de saúde de Lajeado, Glademir Schwingel foi convidado para participar da reunião do Observatório de Lajeado e explicar como funciona o contrato com o ICOS, Instituto Continental de Saúde. A prestação de serviços de saúde começou há três anos. Ele explicou que 66% da população do município depende do SUS (Sistema Único de Saúde) e que ano que vem, 2016 será feita nova licitação.

Glademir ressaltou que no mês passado, o valor pago para o ICOS foi de R$ 960.000,00, dinheiro usado para a folha de pagamento de 115 funcionários. O secretário acrescentou que são feitos acompanhamentos mensais para verificar os custos e comparar os preços entre quem é ou não concursado. Glademir não descartou a possibilidade da realização de um concurso público para evitar os quadros mistos de funcionários nos postos de saúde.

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LEI ORÇAMENTÁRIA PARA 2016 EM LAJEADO:

A Administração Municipal de Lajeado realizou Audiência Pública na terça-feira (27/10/2015) para apresentação e discussão da Lei Orçamentária Anual (LOA) 2016. Para o ano que vem, a projeção do orçamento é de R$ 279,5 milhões. Do montante, R$ 99,3 milhões serão investidos na saúde, R$ 67,2 milhões na educação e R$ 28, 8 milhões em obras.

Conforme o Secretário Municipal da Fazenda, José Carlos Bullé, a receita municipal deverá ter um incremento de apenas 4,49% em relação a 2015. “A queda na arrecadação de impostos e dos repasses dos governos federal e estadual nos obriga a fazer uma projeção orçamentária mais modesta”, explica Bullé.

O secretário também mantém cautela quando o assunto é reajuste salarial para os servidores no ano que vem. “Vamos fazer o possível para conceder reajuste ao funcionalismo, porém, dentro da realidade econômica do município, que deve ser desfavorável, assim como a conjuntura do país”. No que diz respeitos a novos investimentos, a expectativa igualmente não é boa. “Vão haver poucos investimentos novos em função da necessidade de adequação a realidade financeira do País, porém vamos manter os projetos em andamento, como por exemplo as obras do PAC”, revela.

Fonte: http://goo.gl/M6cdse

Gráficos: http://www.databios.com.br

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