Liberdade Econômica no Brasil

Liberdade Econômica no Brasil

Entre 2007 e 2015 Brasil cai 48 posições em um ranking que avalia o grau de liberdade econômica de 157 países,

Em 2007 o Brasil ficou com a 70ª posição, segundo a pesquisa “Index of Economic Freedom 2007” (“Índice de Liberdade Econômica 2007”) elaborada pelo instituto americano Heritage Foundation em parceria com o diário “The Wall Street Journal” e divulgada nesta terça-feira.

Jornal Folha de São Paulo em 2007

Jornal Folha de São Paulo em 2007

O Brasil tinha 60,9% de liberdade em sua economia, segundo a pesquisa (uma diferença de 0,8 ponto percentual em relação ao índice de 2006, quando o Brasil ficou em 68º). Ou seja, no ranking geral, o Brasil ficava no primeiro pelotão, na metade que reúne os países economicamente mais livres.


Hoje, em 2015 o Brasil ocupa a 118ª posição, entre outros países considerados de pouca liberdade econômica.

Planilha com a posição do Brasil em relação a outros países

Planilha com a posição do Brasil em relação a outros países


O Liberalismo econômico é uma ideologia baseada na organização da economia em linhas individualistas, o que significa que o maior número possível de decisões econômicas são tomadas por indivíduos e não por instituições ou organizações coletivas.

Para Vincent de Gournay as atividades comerciais e industriais deveriam usufruir de liberdade para o melhor prosseguimento em seus processos produtivos, para alcançar assim uma acumulação de capitais.

O criador da teoria mais aceita na economia moderna, nesse sentido, foi sem dúvida Adam Smith, economista escocês, que desenvolveu a teoria do liberalismo, apontando como as nações iriam prosperar. Nela ele confrontou as ideias de Quesnay e Gournay, afirmando que a desejada prosperidade econômica e a acumulação de riquezas não são concebidas pela atividade rural e nem comercial. Para Smith o elemento de geração de riqueza está no potencial de trabalho, trabalho livre sem ter, logicamente, o estado como regulador e interventor.

Outro ponto fundamental é o fato de que todos os agentes econômicos são movidos por um impulso de crescimento e desenvolvimento econômico, que poderia ser entendido como uma ambição ou ganância individual, que no contexto macro traria benefícios para toda a sociedade, uma vez que a soma desses interesses particulares promoveria a evolução generalizada, um equilíbrio perfeito.

Enquanto o liberalismo econômico favorece os mercados sem restrições por parte do governo, afirma também que o Estado tem um papel legítimo no fornecimento de bens públicos.

Hoje, o liberalismo econômico é também geralmente considerado contrário às ordens não-capitalistas econômicos, como o socialismo, socialismo de mercado e economias planificadas.

As ideias eram claras no liberalismo econômico, defendiam a livre concorrência, a lei da oferta e procura. Sem contar que foram os primeiros a trabalhar economia com ciências, física, biologia, matemática e principalmente o iluminismo, os princípios e ideias vieram de Adam Smith e François Quesnay. O liberalismo econômico é criticado pelo fato de combater o papel regulador do Estado social, embora o próprio liberalismo defenda regulações em ativos financeiros de alto risco do mesmo jeito que se regula extintores de incêndio nas edificações.


Fonte: https://goo.gl/8LfsHW

Índice: https://goo.gl/Q3GYTL

Jornal: http://goo.gl/tXkD7E

Mapa: http://goo.gl/L9Jbmt